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segunda-feira, 4 de junho de 2012

dicas sobre artigos




Como Fazer Um Artigo 


Se quer aprender como fazer um artigo de qualidade, único e que se destaque dos outros artigos, que de certeza existem sobre o mesmo assunto, conheça algumas dicas sobre a forma de o tornar interessante.
Existem milhões de artigos na Internet, mesmo dentro do mesmo tópico, alguns apelam para um público com determinadas características, enquanto outros artigos interessam mais a pessoas que se interessam pelo mesmo tópico mas com abordagens diferentes.

Da mesma forma que existem vários restaurantes para nos alimentarmos, porque precisamos de comer e por vezes gostamos de o fazer fora de casa, mas há quem vá a restaurantes italianos e quem vá a restaurantes indianos, por gostos gastronômicos diferentes, embora o tópico seja sempre a comida.
Em relação aos artigos, mesmo que seja brilhante haverá sempre pessoas que não o irão ler, da mesma forma que há artigos péssimos que têm leitores. Por isso, esforce-se por escrever bem, mas não fique obcecado por isso.



Aqui ficam algumas formas de captar a atenção dos leitores para o seu artigo de qualidade.

Como fazer o título de um artigo
O título é a primeira (e por vezes a única) coisa que os seus leitores lêem, por isso tem de perder algum tempo a criar uma frase que seja o catalisador para continuarem a ler. Deverá ter o assunto de forma explícita, embora possa depois utilizar alguns truques para atrair os leitores.

Uma das formas que normalmente funcionam bem é fazer perguntas do tipo: "Está a poupar eletricidade suficiente?". Este tipo de título, por exemplo, indica que o artigo será sobre energia eléctrica e utiliza uma questão que faz o leitor pensar "Será que estou a poupar eletricidade suficiente? É melhor ler o artigo para ver se estou a fazer as coisas corretas, ou aprender novas formas de poupar."

Como fazer um sumário criativo
Em certas ocasiões necessita de fazer um sumário do artigo que escreveu. Por exemplo, quando submete o artigo em sites sociais é necessário colocar um sumário que aparecerá aos utilizadores do site e é através desse sumário (e do título) que eles decidirão se o seu artigo vale à pena ou não.

Não coloque o primeiro parágrafo na descrição do artigo, porque os leitores irão dar-se conta disso e poderão não gostar da repetição.

Como fazer um artigo pessoal
Uma das formas de tornar os artigos mais interessantes é escrever como se estivesse frente a frente com o leitor. Para isso, não deve usar linguagem mais complicada que possa afastar muitos leitores e tentar criar um ambiente mais pessoal.

Oferecer algo no artigo
Todos nós gostamos de ofertas, por isso caso se enquadre no artigo, ofereça algo aos leitores. Pode ser um livro eletrônico, um software gratuito ou apenas uma lista de dicas sobre o assunto que está a escrever.
O mais importante é não escrever de forma que não seja natural para si.

Se for uma pessoa de linguagem simples no dia a dia, não tente criar uma linguagem formal no artigo, porque o leitor irá notar que é forçado. Use estas dicas para escrever um artigo e no final releia-o, vendo se o que escreveu faz sentido e é claro para quem o esteja a ler pela primeira vez.

Fonte

reflexão sobre generosidade e motivação

Qual Sua Verdadeira Motivação?
Por Rick Boxx

O livro de Seth Godin, Linchpin, inclui um fascinante capítulo sobre generosidade, complementado por uma história bíblica. Este brilhante marqueteiro oferece uma perspectiva diferente sobre dar, estimulando os líderes a serem generosos, não com dinheiro, mas com seus talentos.

Ele divide as pessoas em três categorias. A primeira consiste daqueles que desejam somente ser receptores. A terceira é composta por pessoas generosas, mas que deixam evidente que você lhes deve algo em troca. O terceiro grupo é generoso, simplesmente porque amam você e se preocupam com seus interesses.

Enquanto pensava sobre as observações de Godin percebi como é fácil se enquadrar na segunda categoria. Podemos optar por doar nossos talentos e habilidades, mas lá no fundo ficamos imaginando, “O que eu ganho com isso?”

Por isso a Bíblia afirma repetidas vezes que Deus se preocupa tanto com “o quê” como com o “por quê” de nossas ações, inclusive nossos atos e gestos caritativos. Provérbios 16.2 ensina,“Você pode pensar que tudo o que faz é certo, mas o Senhor julga as suas intenções”.

Outra passagem ressalta que embora possamos ser enganados pelo comportamento exterior, Deus reconhece o que se passa por dentro: “...Eu [Deus] não julgo como as pessoas julgam. Elas olham para a aparência, mas Eu vejo o coração” (I Samuel 16.7).

Poucas pessoas alcançam o padrão estabelecido pelo empresário e inventor R. G. LeTourneau, verdadeiro coração doador. De 1920 a 1960 ele desenvolveu e vendeu maquinários para movimentação de terra. Ficou conhecido como “O Rei da Movimentação de Terra” e considerado o maior inventor da maquinaria pesada capaz de transformar a paisagem. Mesmo com suas realizações nos negócios, sua reputação de pessoa generosa era ainda maior. Usar seus talentos em auxílio de outras pessoas lhe dava muita alegria.

Por anos LeTourneau praticou o que poderia ser chamado de “dízimo ao contrário”. Dizimava 90% de seus lucros e vivia com 10%, ao invés de doar 10% dos ganhos, o que muitos consideram ser o “dízimo bíblico”. Via alegremente milhões de dólares passarem de seus negócios para o trabalho beneficente, boa parte usada para fundar grandes ONGs mundiais para satisfazer necessidades físicas e espirituais. II Coríntios 8.7 ensina: “Todavia, assim como vocês se destacam em tudo: na fé, na palavra, no conhecimento, na dedicação completa e no amor que vocês têm por nós, destaquem-se também neste privilégio de contribuir”.

A despeito de suas realizações nos negócios, muitos podem não reconhecer o nome de LeTourneau. Entretanto, embora tenha morrido em 1969, posso garantir que muitas pessoas continuam a ser beneficiadas por sua generosidade. Inúmeras organizações e instituições que ele ajudou a sustentar continuam a fazer um trabalho digno ainda hoje. Isto, e não a maquinaria por ele desenvolvida é o seu grande legado.

Deixe-me fazer-lhe algumas perguntas importantes: (1) Você tem examinado sua motivação? (2) Mesmo sendo generoso com seus talentos e com seus recursos financeiros, você dá pelos motivos corretos? (3) Por que legado você será lembrado?

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Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

sábado, 2 de junho de 2012

A VONTADE HUMANA - parte 2


COMENTÁRIO CRÍTICO DO TEXTO
RACIOCÍNIOS SOBRE A VONTADE DO HOMEM.


II TESSALONICENSES 2:10 e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos.11 E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira;12 para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça.13 Mas nós devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos, amados do Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a santificação do espírito e a fé na verdade,14 e para isso vos chamou pelo nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.15 Assim, pois, irmãos, estai firmes e conservai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.16 E o próprio Senhor nosso, Jesus Cristo, e Deus nosso Pai que nos amou e pela graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança,17 console os vossos corações e os confirme em toda boa obra e palavra.
FILIPENSES 2:12 De sorte que, meus amados, do modo como sempre obedecestes, não como na minha presença somente, mas muito mais agora na minha ausência, efetuai a vossa salvação com temor e tremor; 13porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.


O Evangelho de João no capítulo 16 versículos 7 e 8 nos diz:Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Ajudador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei. E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
Observe que o texto está falando do Espírito Santo e que é ele quem convenceo mundo do pecado da justiça e do juízo, sendo assim a conclusão do irmão Juarez acerca dos textos trabalhados é verdadeira: o homem não tem livre arbítrio, mas devemos perceber que ele não o tem para a salvação, pois se lermos alguns versículos antes e alguns depois dos textos em questão veremos claramente que se trata da soteriologia. É Deus quem escolhe, é Deus quem convence, é Deus quem vivifica o homem morto em seus delitos e pecados e é Deus quem faz o homem se chegar a Ele.
Mas, e o livre arbítrio relacionado àsdecisões enquanto cidadãos participantes de um grupo social, que exige de nós a tomada de decisões nas mais variadas áreas da vida, denominado por alguns de responsabilidade social ou reponsabilidade moral, existe ou não?
Creio que o homem pode sim escolher entre fazer o mal ou fazer o bem ao seu semelhante. Ele pode escolher matar ou não uma pessoa, pode escolher estuprar ou não, ser um bom pai ou não, se pensarmos o contrário estaremos defendendo que Deus determinou que alguns indivíduos seriam assassinos ou estupradores e outros não, que alguns indivíduos seriam corruptos ou fraudadores de leis e outros não, ou seja estaremos responsabilizando Deus por nossos pecados.
Não há contradição em aceitar o determinismo e a liberdade da vontade, podemos ser considerados moralmente responsáveis pelas nossas escolhas embora elas sejam determinadas, isso é denominado por alguns de determinismo moderado.
Se assim não for podemos defender que:se tudo o que fazemos é determinado pelo que aconteceu no passado de uma forma tal que as nossas escolhas nunca são livres, então não somos moralmente responsáveis por nenhuma das nossas ações, porque nesse caso não escolhemos livremente fazê-las.
Odeterminismo moderadodefende,em termos gerais, que agimos livremente quando fazemos o que queremos e escolhemos fazer e não agimos livremente quando somos forçados a fazer, ou seja, de acordo com esse pensamento, uma vontade livre é simplesmente uma vontade não forçada.
Pensando nisso pergunta-se: Deus criou homens maus e homens bons? Devemos parar para pensar e analisarsobre esse assunto para não correr o risco defender ensinos que ofusquem a glória do Deus vivo, que tudo quanto criou é muito bom, assim, criou o homem tão somente para sua honra e glória, mas ele se desviou do propósito para o qual foi criado.
Transcrevo abaixo alguns trechos do livro O Livre Arbítrio de Santo Agostinho que, penso eu,trabalha dessa ideia:

O fato de se ter recebido de Deus uma vontade livre é para nós grande bem. O mal é o mau uso desse grande bem.
[...]
Etienne Gilson resumiu de modo muito eficaz o pensamento agostiniano sobre as relações entre a liberdade, a vontade e a graça, da seguinte forma: “Duas condições são exigidas para fazer o bem: um dom de Deus que é a graça e o livre-arbítrio. Sem o livre-arbítrio não haveria problemas; sem a graça, o livre-arbítrio (após o pecado original) nãoquereria o bem ou, se o quisesse, não conseguiria realizá-lo.
A graça, portanto, não tem o efeito de suprimir a vontade, mas sim de torná-la boa, pois ela se transformara em má. Esse poder de usar bem o livre-arbítrio é precisamente a liberdade. A possibilidade de fazer o mal é inseparável do livre-arbítrio, mas o poder de não fazê-lo é a marca da liberdade. E o fato de alguém se encontrar confirmado na graça, a ponto de não poder mais fazer o mal, é o grau supremo da liberdade. Assim, o homem que estiver mais completamente dominado pela graça de Cristo será também o mais livre
O intento geral de “O livre-arbítrio” aparece assim com clareza, desse ponto de vista. Segundo os dados da fé, Deus todo-poderoso e Bem supremo criou todas as coisas por meio de seu Verbo, e nada pode escapar à ordem de sua Providência. Todas as suas obras são boas. O pecado não pode lhe ser imputado, nem ficar fora da ordem providencial. Diz Agostinho: “É preciso compreender aquilo em que cremos” (I,2,4; II,2,6). Ele procura explicar pela razão a origem do pecado e seu papel na obra de Deus. Em conclusão, chega a afirmar em síntese: a fonte do mal moral, o pecado, está no abuso da liberdade, mas esta é um bem.
[...]
Antes de tudo, para descobrir a origem do pecado, é preciso saber qual a sua essência. Ora, cometer o mal não é nada mais do que submeter sua vontade às paixões, ou preferir aos bens propostos pela fé eterna uma satisfação pessoal. E isso só é possível pela livre opção de nossa vontade (livro I).
[...]
A posição de Agostinho é muito clara. Explica ele que se tratava então, naquela ocasião, de refutar os maniqueus, os quais negam o livre arbítrio da vontade e pretendem fazer recair em Deus a responsabilidade pelo mal e pelo pecado. É contra eles que o tratado insiste, valorizando grandemente o papel da liberdade humana.
Em conclusão, constatamos que se é certo que Agostinho, no presente diálogo, não fala com insistência sobre a graça como medicina e socorro do livre-arbítrio, porém, insinua-a várias vezes. Numa delas, uma e mil vezes, é que o homem é livre para fazer o bem e que não é forçado a cometer o mal por nenhuma necessidade. Se o homem peca, a culpa é sua. Agostinho insiste fortemente na bondade essencial e infinita de Deus. Sem o livre-arbítrio não haveria mérito nem desmérito, glória nem vitupério, responsabilidade nem irresponsabilidade, virtude nem vício.  Santo Agostinho na verdade, constitui-se o defensor de nossa liberdade e da graça divina, ao mesmo tempo.
[...]
Nada de estranhar, então, que os homens desventurados não obtenham o que querem, isto é, vida feliz. Com efeito, o essencial, o que acompanha a felicidade e sem o que ninguém é digno de obtê-la – o fato de viver retamente -, eles não o querem. Ora, a lei eterna, em consideração da qual já é tempo de voltar a nossa atenção, decretou com firmeza irremovível o seguinte: o merecimento está na vontade.
É porque, ao afirmarmos que os homens são voluntariamente infelizes, não o dizemos por aí que eles queiram ser infelizes, mas que possuem tal vontade, que a desgraça se segue necessariamente, mesmo contra o desejo de felicidade. Não há, pois, nada de contraditório ao raciocínio procedente: todos querem ser felizes, mas sem poder sê-lo. Pois nem todos querem viver com retidão, e é só com essa boa vontade que têm o direito à vida feliz.


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TEXTO ENVIADO PELA ALUNA DA DISCIPLINA DE ANÁLISE DE ROMANOS


Umbelina Rodrigues de Sousa
umbelinarodrigues@hotmail.com

















A VONTADE HUMANA


Raciocínios sobre a vontade do homem.

2 Te 2:13: Mas, irmãos, amados do Senhor, devemos sempre agradecer a Deus por vós, pois ele vos escolheu desde o princípio para a salvação pela santificação feita pelo Espírito e pela fé na verdade,

  • Se Deus escolhe os homens para salvação, então Deus determina o destino do ser humano.
  • Se Deus determina o destino do ser humano, então o homem não determina o seu próprio destino.
  • Se o ser humano tem liberdade para escolher, então o homem determina o seu próprio destino.
  • O homem não determina o seu próprio destino.Logo o ser humano não tem liberdade para escolher.
  • Se o homem tem livre arbítrio, então o ser humano tem liberdade para escolher.
  • O Ser humano não tem liberdade para escolher.Logo o homem não tem livre arbítrio.
  • Portanto, se Deus escolhe os homens para a salvação, então o homem não tem livre arbítrio.

Fp2:13:porque é Deus quem produz em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.

  • Se Deus produz no homem o querer e o realizar, então Deus determina a vontade do ser humano.
  • Se Deus determina a vontade do ser humano, então Deus determina as escolhas do homem.
  • Se Deus determina as escolhas do homem, então o ser humano não pode determinar as suas próprias escolhas.
  • Se o homem tem liberdade para escolher, então o ser humano pode determinar as suas próprias escolhas.
  • O ser humano não pode determinar as suas próprias escolhas. Logo o homem não tem liberdade para escolher.
  • Se o ser humano tem livre arbítrio, então o homemtem liberdade para escolher.
  • O homem não tem liberdade para escolher.Logo o ser humano não tem livre arbítrio.
  • Logo, se Deus produz no homem o querer e o realizar, então o ser humano não tem livre arbítrio.

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TEXTO ENVIADO PELO ALUNO DA DISCIPLINA DE ANÁLISE DE ROMANOS

JUAREZ BARRETO

juarezsb@terra.com.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012

MARIA NA VISÃO ISLÂMICA




A Família da Virgem Maria



Não se pode biografar Jesus Cristo sem enfocar a mãe dele: a Virgem Maria, e suas origens. Ficarão, certamente, surpresos todos aqueles que souberem que a Virgem Maria ocupa, no Alcorão Sagrado, um espaço e um lugar singulares!
Nenhuma mulher, entre todas, é citada pelo nome, no Livro Sagrado dos muçulmanos, exceto Maria, mãe de Jesus! Nem a mãe de Maomé, nem a esposa ou as filhas dele, são nominadas no Alcorão, e entretanto, a mãe de Jesus Cristo é citada mais de trinta (30) vezes!
Aliás, nem a Bíblia Sagrada dos cristãos dedica à mãe de Jesus, o espaço, a veneração e a exaltação a ela dedicados pelo Livro dos muçulmanos!
Os próprios cristãos, se quiserem conhecer melhor a genealogia da Virgem Maria, necessitarão recorrer à leitura do Alcorão, onde encontrarão detalhes e minúcias, absolutamente únicas, que não constam do NOVO TESTAMENTO.
O terceiro capítulo do Sagrado Alcorão, que é a segunda mais extensa das Suratas, tem por título o nome da família da Virgem Maria: AL IMRÁN.

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